sábado, 1 de fevereiro de 2014

Motores Ford Corcel



Muito se fala a respeito dos motores Ford Corcel, mais tarde batizado de CHT e por último AE, em conversas entre antigo mobilistas e aficionados, muitas não estão totalmente corretas. Por isso para escrever sobre ele resolvi começar fazendo uma pesquisa sobre a verdadeira origem desse motor que começou como um projetado da Renault e que teve muitos melhoramentos ao longo das décadas em que foi fabricado, tanto na França, quanto Brasil (pela engenharia de motores da Ford).

Neste post faço um breve histórico dos motores da Renault e sua evolução, num próximo veremos como ele evoluiu no Brasil, assim poderemos desmistificar algumas afirmações tidas como verdades sobre este motor amado por uns e desprezado por outros.


Motor Ventoux e mancais
"Motor Ventoux" (seu nome tem origem no Mont Ventoux, ventoso em francês, montanha localizada na região de Provence no sul da França, onde se realizam provas de subida de montanha, muito populares na Europa) também conhecido como "moteur Billancourt" onde eram fabricados (Boulogne-Billancourt), ou sob o código "motor B" ou "Block B" é um motor de combustão interna, a gasolina de quatro tempos, quatro cilindros em linha, bloco de ferro fundido, refrigerado a água, com virabrequim apoiado em 3 mancais e eixo comando de válvulas lateral acionado por engrenagens.


Este motor foi projetado nos anos 40 para ser utilizado no Renault 4CV.


Produzidos com diferentes deslocamentos, todos têm um curso de 80 mm, com diferentes diâmetros dos pistões, foi produzido até 1985 quando se encerrou a fabricação do Renault R6.

Modèles équipés de ce moteur
· Renault Estafette

Les différentes cylindrées
Selon le manuel de réparation Renault pour le moteur B (édition française)
Types moteurs
690
662-2 - 680
662-1
839
B1B - 670 - 800 - Ventoux1093
Cylindrée
603 cm³
747 cm³
760 cm³
782 cm³
845 cm³
Alésage (mm)
49
54,5
55
55,8
58
Course (mm)
80
80
80
80
80
Ele equipou uma lista de modelos da Renault, sendo instalado nas mais variadas posições: traseiro, dianteiro longitudinal e transversal, entre-eixos, nos modelos Florida, Caravelle , Alpine A110 , R4 , R5, Super 5, R6, R7, R8/R10 , R9/R11 , Alliance / Encore , R12, R15 , R18 , R19 , R21 (Export ), Estafette, Trafic 1 Express (Rapid / Extra ) , Fuego , Twingo 1 Clio 1 . Sem mencionar a gama Dacia, de 1971, além dos automóveis Daf 55/66 e Volvo 340.
Renault Sport - Alpine - Gordini
Les différentes cylindrées
Types moteurs
689 - C1C
688 
C1E
C1G
C3G
812
810 
C1H
C3J
840 - 847
C1J -C2J
C3J - C6J
C7K
C1L
 C2L -
C3L (Export)
Cylindrée
cm3
956 
1 108 
1 237
1 239 
1 255 
1 289
1 390
1 397
1 430
1 565
Alésage (mm)
65
70
71,5
74
74,5
73
75,8
76
76
84
Course (mm)
72
72
77
72
72
77
77
77
79
77



"Moteur Sierra "


No final dos anos 50, o departamento de engenharia da Renault, liderado pelo engenheiro Fernand Picard, decidiu produzir um motor mais moderno que o "Ventoux" 850 cm3 do Douphine. O motor "Sierra", também conhecido sob o código "motor C" ou "bloco C" é um motor a gasolina de quatro tempos, quatro cilindros em linha, com camisas removíveis, bloco de ferro-fundido, refrigerado a água, com virabrequim apoiado em 5 mancais, eixos comando de válvulas lateral (varetas e balancins) acionado por corrente de distribuição, cabeçote de alumínio, 8 OHV, com deslocamento de 956 cm3 e mais tarde 1108cm3. Foi apresentado no Geneva Motor Show 1962, com o Renault Floride S e Renault 8, é conhecido por sua resistência e durabilidade. 


Ce moteur sera monté dans la plupart des sportives Renault des années 1960, 70 et 80, préparé par Gordini, Alpine et Renault Sport:
· Renault 8 Gordini
· Renault 5 Alpine
· Renault 5 Alpine Turbo
· Renault 5 Turbo et Turbo 2
· Renault 9 Turbo
· Renault 11 Turbo

· Renault Super 5 GT Turbo


Renault R8

Recebeu o apelido "Cleon" local onde eram produzidos e mais tarde "Cleon-font" para diferenciar do com bloco de alumínio do R16.
Adaptações técnicas permitiram a produção deste motor em muitos deslocamentos, carburador simples e duplo , bem como injeção com ou sem turbo. O " Cleon-Cast " foi acoplado a caixas manuais de quatro e cinco velocidades, automáticas de acordo com as suas aplicações e os avanços da indústria automobilística .

Este quatro cilindros equipou gerações de modelos ao longo dos anos de 956 cm3 a 1.565 cm3 do Floride para o Twingo(1993) , através do Renault 11 e Renault 5 Turbo.
Motor Renault R5 Turbo (1.4 Litros -120 CV)



Fim de 1980 , graças a um turbo grande , ele enviou a impressionante potência de 160 cv para as rodas traseiras do espetacular R5 Turbo. Montada na posição central traseira , pela primeira vez , este 1,397 cm3 foi acoplado com a caixa do R30 TX. R5 Turbo rali no grupo B, gradualmente viu a sua potência aumentar 200-300 hp atingindo um máximo de 360 em 1527 cm3 em 1985 385hp,e em 1987, nas versões de turismo do campeonato Blockbuster.

Na França , este motor encerrou sua carreira em dezembro de 1996 no Twingo e Clio Express com C3G de 1.239 cm3 , o Super 5, com C3J de 1.390 cm3.
Segunda-feira, 29 novembro, 2004 , a Dacia produziu o seu último motor "C" , um 1.6 i de 68 cavalos que carrega o número de série 2527155.

A Dacia vai continuar a fabricar os componentes do bloco " Cleon " para fins de serviço de pós-venda , na Roménia e no exterior.

No total, 27.277.306 de unidades (um recorde na Europa) " Cleon -cast ", foram produzidos pela Renault e Dacia desde o seu lançamento . 15 milhões na França. Este motor também foi montado em Portugal , Espanha, Turquia , Colômbia e Argentina.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Entendendo o número do chassis.

Os números e letras que compõem a numeração do chassi obedecem a norma ISO 3770 implantada na década de 80 e servem para todos os fabricantes de veículos instalados em qualquer lugar do mundo. No Brasil essa numeração passou a valer a partir de 1986/87 quando as motos começaram a ter dois números gravados iguais para dificultar fraudes.
Composto de 17 dígitos o VIN (vehicle identification number) é dividido em quatro partes que informam dados sobre o fabricante, o modelo e o ano de fabricação.

AB-CDEFGHIJKLMNOPQ


Africa A - H
MF- MK Indonésia
VS-VW Espanha
Oceania 6-7
AA-AH África do Sul
ML- MR Tailândia
VX-V2 Iugoslávia
6A- 6W
AJ-AN Costa do Marfim
MS- M0 Vago
V3-V5 Croácia
6X-60 Vago
AP-A0 Vago
NF- NK Paquistão
V6-V0 Estônia
7A-7E Nova Zelândia
BA-BE Angola
NL- NR Turquia
WA-W0 Alemanha
7F-70 Vago
BF-BK Kênia
NS-N0 Vago
XA-XE Bulgária

BL-BR Tanzânia
PA-PE Filipinas
XF-XK Grécia
América do Sul 8-9
BS-B0 Vago
PF-PK Singapura
XL-XR Holanda
8A-8E Argentina
CA-CE Benin
PL-PR Malásia
XS-XW URSS
8F-8K Chile
CF-CK Madagascar
PS-P0 Vago
XX-X2 Luxemburgo
8L-8R Equador
CL-CR Tunisia
RA-RE Em. Árabes
X3-X0 Rússia
8S-8W Peru
CS-C0 Vago
RF-RK Taiwan
YA-YE Bélgica
8X-82 Venezuela
DA-DE Egito
RL-RR Vietnam
YF-YK Finlândia
83-80 vago
DF-DK Marrocos
RS-R0 Vago
YL-YR Malta
9A-9E Brasil
DL-DR Zambia

YS-YW Suécia
9F-9K Colômbia
DS-D0 Vago
Europa S - Z
YX-Y2 Noruega
9L-9R Paraguay
EA-EE Etiópia
SA-SM Grã Bretanha
Y3-Y5 Belorúsia
9S-9W Uruguai
EF-EK Moçambique
SN-ST Alemanha
Y6-Y0 Ucrânia
9X-92 Trinidad & Tobago
EL-E0 Vago
SU-SZ Polônia
ZA-ZR Itália
93-99 Brasil
FA-FE Gana
S1-S0 Vago
ZS-ZW Vago
90 Vago
FF-FK Nigéria
TA-TH Suiça
ZX-Z2 Eslovênia

FF-FK Madagascar
TJ-TP Tchecoslováquia
Z3-Z5 Lituânia

FL-F0 Vago
TR-TV Hungria
Z6-Z0 Vago

GA-G0 Vago
TW-T1 Portugal


HA-H0 Vago
T2-T0 Vago
Am. do Norte 1-5


UA-UG Vago
1A-10 USA

Asia J - R
UH-UM Dinamarca
2A-20 Canadá

JA-J0 Japão
UN-UT Irlanda
3A- 3W México

KA- KE Siri Lanka
UU-UZ Romênia
3X-37 Costa Rica

KF- KK Israel
U1-U4 Vago
38-30 Vago

KL- KR Coréia do Sul
U5-U7 Slováquia
4A-40 USA

KS-K0 Vago
U8-U0 Vago
5A-50 USA

LA-L0 China
VA-VE Áustria


MA- ME Índia
VF-VR França



CD Código do fabricante.
Todo fabricante que produz mais de 500 unidades por ano possui seu código, portanto é impossível listar todos aqui.
F - Ford;
W - Volkswagen
D - Fiat;
G, GM.

DEFGH Código do equipamento. Esta parte é deixada para que cada fabricante use como quiser. Normalmente dizem respeito a modelos, versões ou até mesmo equipamentos que possam vir instalados de fábrica. É o único lugar onde a letra "O" pode aparecer.

A = 5 Portas
B = 3 Portas
C = 2 Portas
D = Statio Wagon
F = 4 
Portas

H = Hatch
L = Conversível
P = Pick-up 



I Dígito de checagem. Este dígito é usado como resultado de uma conta que checa o número do chassi.

Para cada letra da seqüência é adotado um valor:
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 3 4 5 6 7 8 9

Cada valor ou número é multiplicado por um fator de acordo com a sua posição:
A B C D E F G H I J K L M N O P Q
8 7 6 5 4 3 2 10 0 9 8 7 6 5 4 3 2

O resultado é somado; o total é dividido por 11; o resto da divisão é o dígito de checagem. Caso o resultado seja "10" o dígito de checagem será "X".

J Ano do modelo. O ano do modelo normalmente vale de 1º de setembro do ano anterior a 31 de agosto do ano indicado.

A 1980 2010
B 1981 2011
C 1982 2012
D 1983 2013
E 1984 2014
F 1985 2015
G 1986 2016
H 1987 2017
J 1988 2018
K 1989 2019
L 1990 2020
M 1991 2021
N 1992 2022
P 1993 2023
R 1994 2024
S 1995 2025
T 1996 2026
V 1997 2027
W 1998 2028
X 1999 2029
Y 2000 2030
1 2001 2031
2 2002 2032
3 2003 2033
4 2004 2034
5 2005 2035
6 2006 2036
7 2007 2037
8 2008 2038
9 2009 2039 se repete a cada 30 anos...

K Código da fábrica.
Para cada unidade que o fabricante possuir ao redor do mundo é determinado um código diferente.
Exemplos de fábricas da Ford
B = São Bernado do Campo-SP;
J = Pacheco/Argentina; 
D = Ipiranga, São Paulo-SP


LMNOPQ Número serial.
Pode ser reiniciado a cada nova versão ou não a critério do fabricante. Note que a seqüência é de A para Z, depois de 1 para 9, depois 0. As letras I, O, Q não são normalmente usadas pela possibilidade de serem confundidas com os números "1" e "0". Pode variar de acordo com a legislação local.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Nomenclatura da Norma DIN para terminais.

O DIN ("Deutsches Institut für Normung" ou "Instituto Alemão de Normatização") é o órgão de metrologia e qualidade que atua na Alemanha, equivalente ao nosso Inmetro. Sua nomenclatura para terminais de relés foi popularizada no Brasil e, apesar de não ser o padrão adotado pela maioria das fábricas, segue como referência.
C Saída para lâmpada piloto
K1 Saída para lâmpada piloto 1
K2 Saída para lâmpada piloto 2
T Entrada positiva do esguicho do limpador
I Entrada da chave temporizada do limpador
L Entrada da chave de seta esquerda
R Entrada da chave de seta direita
LL Saída para lâmpada do "cavalo" esquerda
RR Saída para lâmpada do "cavalo" direita
1 Bobina de ignição
1a Platinado
4 Bobina de ignição alta tensão15+ 12V (+24V) após chave de ignição30+ 12V (+24V) direto da bateria
30a Chave seletora série / paralelo (12V / 24V)
31 Terminal negativo da bateria
31b Negativo via chave ou relé
31c Entrada negativa do esguicho
49 Entrada + 12V (+24V) do relé de pisca
50 Motor de partida
51 Alternador
53+ Motor do limpador do para-brisa
53a Automático de parada do limpador
53c Entrada positiva do esguicho
53e Esguicho
53m Saída para motor do limpador
53s Retorno do motor do limpador
54 Luz de freio
S (Para temporizadores) Saída para o interruptor
54L Saída para lâmpadas da carreta esquerda
54R Saída para lâmpadas da carreta direita
54g Válvula de retardo do freio
55 Lâmpada de neblina
56 Positivo para faróis alto e baixo
56a Farol alto
56b Farol baixo
57 Lâmpada de posição lateral
57a Lâmpada de estacionamento
57L Lâmpada de estacionamento esquerda
57R Lâmpada de estacionamento direita
58 Lâmpada de posição traseira / licença
58d Lâmpadas de iluminação do painel (dimmer)
58L Lâmpada de posição esquerda
58R Lâmpada de posição direita
71a Buzina72Chave do alarme
75 Acendedor de cigarros / rádio
81 Chave seletora NF entrada (normal fechada)
81a Chave seletora contato NF (normal fechada)
85 Lado negativo da bobina do relé
86 Lado positivo da bobina do relé
87 Terminal NA (normalmente aberto) do relé
87a Terminal NF (normalmente fechado) do relé
87b 2º terminal NA (normalmente aberto) do relé
49a Saída para lâmpada do relé de pisca
S Ligar na saída W do interruptor

W Entrada negativa do sensor de nível d'água

domingo, 1 de setembro de 2013

O nosso Diesel

No post sobre classificação API dos óleos lubrificantes são citados índices máximos de teor de enxofre do diesel para que sejam atendidas normas de emissões nos EUA e Europa, agora leiam a notícia abaixo, o que está omitido na noticia é que esses índices já deveriam ter sido atingidos há muito tempo e só não foram por falta de investimentos da petrobrás.

ANP determina comercialização de diesel menos poluente em mais 385 municípios

30/06/2013 - 12h03
Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A partir desta segunda-feira (1º), a comercialização do óleo diesel S-500, com menor teor de enxofre, será obrigatória em mais 385 municípios brasileiros, em substituição ao S-1800, de acordo com determinação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com a medida, cerca de 3 mil, dos 5,5 mil municípios brasileiros, reduzem a emissão de poluentes, beneficiando assim o meio ambiente e a saúde da população. O combustível é utilizado pela frota de caminhões, ônibus e outros veículos de uso rodoviário.
Sete estados brasileiros (a Bahia, o Espírito Santo, Maranhão, a Paraíba, Pernambuco, o Piauí e Sergipe) passam a comercializar exclusivamente o diesel S-500. Em Pernambuco, a exceção é a capital, Recife, e sua região metropolitana, que desde 1º de janeiro deste ano já oferecem o diesel S-10, ainda menos poluente. De acordo com a ANP, em 1º de janeiro de 2014 todo o diesel S-1800 será retirado do mercado brasileiro, substituído pelo S-500.
Desenvolvida de forma gradual pela ANP, a introdução do diesel com menor teor de enxofre vem sendo feita desde 2006. Naquele ano, o S-500 passou a ser comercializado em 237 municípios das regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte, Porto Alegre, do Recife, de Fortaleza, Salvador, Curitiba, Belém, Vitória, Aracaju, Campinas (SP), da Baixada Santista (SP), de São José dos Campos (SP) e do Vale do Aço (MG).  
A partir de 2009, em atendimento ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), a ANP elaborou diversas resoluções para o processo de transição. Atualmente, são três os tipos de óleo diesel comercializados no país, diferenciados pelos teores máximos de enxofre: S-10 (10 partículas por milhão – ppm), S-500 (500 ppm) e S-1800 (1800 ppm).
Edição: Graça Adjuto
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Classificação SAE para óleos de motores

A SAE (Society of Automotive Engineers) desenvolveu uma classificação baseada na viscosidade para óleos de motores, este sistema estabeleceu 11 níveis de classificações ou graus de viscosidade: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W, 25W, 20, 30, 40, 50 e 60. O "W"que se segue ao grau de viscosidade SAE significa inverno (winter) e indica que um óleo é adequado para uso em temperaturas mais fria. As classificações SAE que não incluem o W definem a viscosidade de óleo para uso em temperaturas mais altas.
O desenvolvimento de aditivos melhoradores de viscosidade possibilitou a fabricação de óleos multiviscosos. Esses óleos, SAE 20W40, 20W50, 5W40 são largamente usados, porque ao dar partida no motor, o óleo está frio, e deve ser "fino" o suficiente para fluir bem e alcançar todas as partes do motor. Já em altas temperaturas, ele deve ter a viscosidade adequada para manter a película protetora entre as partes metálicas, garantindo a lubrificação adequada a temperatura de trabalho do motor.
Por exemplo, os óleos 20W40 são formulados para cumprir os requisitos de viscosidade em baixa temperatura de um óleo SAE 20W e os requisitos de viscosidade em alta temperatura de um óleo SAE 40.


Os óleos classificados como SAE sem a designação W tem suas viscosidades medidas em 100°C.